ah, se ainda eu estivesse mesmo com pressa. Seria tanto tropeção em vão?
Nem estou apressada, e acabo sempre me proporcionando um tombo, nesses buracos dos diabos.
Faço a compra e conversa, bato papo, estremeço,
são os preços.
Tudo muito...muito caro, atrapalho e falho.
O dinheiro não deu.
Devolvo, o ...a ...e...
Não posso devolver.
Posso pendurar?
( como ???)
Marcar....pagar depois.
Hora, ri a mocinha não. Aqui na cidade grande?
Tá brincando? Compre,
Mas só que puder.
Devolvo então o açúcar.
A vida nem fica mais doce mesmo.
Não resolve e só engorda. Item desnecessário.
Saio.
O frio corta o meu rosto, a garoa acorda minha alma.
As coisas mudaram.
Mas as coisas mudam sempre.
Ainda bem.
segunda-feira, 27 de julho de 2009
domingo, 19 de julho de 2009
Cheguei em casa como sempre. Tirei o sapato, guardei no lugar de sempre ( super organizada) , andei descalça, abri a geladeira ( só pra não perder o hábito), fechei a geladeira. Não tinha ninguém em casa sexta a noite. Todos tinham seus compromissos. Somos três. E eu, comigo mesma ali, sentei num banquinho, mais uma semana ( super produtiva) , olhei minhas mãos, estavam bem feitinhas, o esmalte ainda brilhava, mas era só até amanhã, adorava cuidar das flores e nem ia ligar para o esmalte.
Abri um suco, e de golinho em golinho, foi sumindo o gosto do chopinho do happy hour, me esqueci de quanto tempo não fazia mais isso. O barzinho ( um buteco perto do trabalho era diferente naquela noite, dos dias que passamos na frente, olhamos as coisas de forma diferente ) nem parecia naquela cidadezinha do interior tão conhecida, fiquei ali pensando e os sorrisos ainda ecoavam na minha memória, ia sentir saudade do nosso amigo que ia sair de férias. Ele com certeza é o melhor contador de histórias que eu conheço. E animador de festas, alto astral. Bonito e fiel, tudo di bom . Vai para São Paulo com a esposa, vão num bar onde dançam musicas cubanas as sextas e fash back aos sábados. Ele me disse o nome do local, mas não prestei atenção. E hoje ia ao teatro. Programão.
Todo mundo foi pra casa , ainda era cedo, e vim ouvindo Ana Carolina, vim embora pela estrada minha velha conhecida, velha companheira. Cheguei em casa e aqui estou desde sexta-feira passada.
Morrendo de vontade de ser a mulher do meu amigo.
Abri um suco, e de golinho em golinho, foi sumindo o gosto do chopinho do happy hour, me esqueci de quanto tempo não fazia mais isso. O barzinho ( um buteco perto do trabalho era diferente naquela noite, dos dias que passamos na frente, olhamos as coisas de forma diferente ) nem parecia naquela cidadezinha do interior tão conhecida, fiquei ali pensando e os sorrisos ainda ecoavam na minha memória, ia sentir saudade do nosso amigo que ia sair de férias. Ele com certeza é o melhor contador de histórias que eu conheço. E animador de festas, alto astral. Bonito e fiel, tudo di bom . Vai para São Paulo com a esposa, vão num bar onde dançam musicas cubanas as sextas e fash back aos sábados. Ele me disse o nome do local, mas não prestei atenção. E hoje ia ao teatro. Programão.
Todo mundo foi pra casa , ainda era cedo, e vim ouvindo Ana Carolina, vim embora pela estrada minha velha conhecida, velha companheira. Cheguei em casa e aqui estou desde sexta-feira passada.
Morrendo de vontade de ser a mulher do meu amigo.
segunda-feira, 29 de junho de 2009
sábado, 6 de junho de 2009
ah
o seu beijo,
inconstante,
como vou descrever, a avidez relevante,
de que te deixo,
me dar um beijo,
descrevo na sua língua
tudo aquilo que eu sou,
naquela hora
me abandono na sua boca,
e de leve sua língua toca a minha face, meu ombro,
eu me molho toda com sua boca,
e num golpe
de quem quer mais e mais e mais e mais
como num lapso,
acabo
descobrindo
seus braços
que forte me abraçam.
( e num susto, como isso não é comigo, me pego fantasiando, a distância os teus olhos arredios, rs ( descubro a delícia, sinto o rosto courado, não, não custa, não paga, não tem preço nenhum...fantasiar é ótimo e faz a reunião...acabar logo, rs)
o seu beijo,
inconstante,
como vou descrever, a avidez relevante,
de que te deixo,
me dar um beijo,
descrevo na sua língua
tudo aquilo que eu sou,
naquela hora
me abandono na sua boca,
e de leve sua língua toca a minha face, meu ombro,
eu me molho toda com sua boca,
e num golpe
de quem quer mais e mais e mais e mais
como num lapso,
acabo
descobrindo
seus braços
que forte me abraçam.
( e num susto, como isso não é comigo, me pego fantasiando, a distância os teus olhos arredios, rs ( descubro a delícia, sinto o rosto courado, não, não custa, não paga, não tem preço nenhum...fantasiar é ótimo e faz a reunião...acabar logo, rs)
terça-feira, 12 de maio de 2009
quem sabe se quando retornarmos a nossa vida
aquela de antes,
que abandonamos por falta de tempo,
por falta de afeto,
por falta de oportunidade,
por falta de esperança,
por falta de gratidão,
por falta de diálogo,
por falta de carinho
a gente possa ainda ser feliz.
por que, provavelmente ainda estamos juntos
e superamos tudo isso
por sentir
muito amor.
aquela de antes,
que abandonamos por falta de tempo,
por falta de afeto,
por falta de oportunidade,
por falta de esperança,
por falta de gratidão,
por falta de diálogo,
por falta de carinho
a gente possa ainda ser feliz.
por que, provavelmente ainda estamos juntos
e superamos tudo isso
por sentir
muito amor.
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