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sexta-feira, 20 de novembro de 2009

mão




Onde procurar a extensão de tudo,
Uma providência divina ,
sustentada bem ali na minha frente,
Eu olho as minhas mãos e paro o olhar,
tão perfeita
tão delicada
tão notável
na nossa evolução ela se desenvolveu para nos alimentar.
Ela segura os objetos perfeitamente,
Ela muitas vezes é o elo,

Muitas vezes um pedido,
uma clemencia
sem precisar de palavras
ela se expressa
e as vezes nos cala.

Minhas mãos as vezes tão sofridas
tão amáveis
intocáveis.


Minhas mãos.

3 comentários:

  1. Que incrível, Claudia !
    um beijo,
    Jôka

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  2. obrigado pela visita ao Casa de Paragens. Gostei bastante do "amor" aí no poema abaixo

    abraços

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