sexta-feira, 3 de setembro de 2010

imagem da web

terça-feira, 24 de agosto de 2010


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Eu amo viajar.
Amo ficar em casa também. Mas viajar para mim, tem um gosto mágico.
Meu trabalho favorece essa oportunidade, nem sempre para lugares diferentes nem para tão longe como alguns sortudos por aí. Mas dentro da minha sorte, me considero super felizarda.
Vou sempre para a região sul do Rio de Janeiro, trabalho durante o dia e a tarde,depois do expediente, depois de ter descansado ( nunca me sinto assim tão cansada) , saio para dar uma voltinha. Jantar sem pressa, fazer um resumo do dia, analisar as possibilidades. Jogar conversa fora, falar de filho.
Nessa ultima viagem, que foi propriamente muito calma, tranquila, sem os atropelos desnecessários que eu mesma crio, com pressa, ansiedade, rapidez,etc. eu calmamente me deixei levar.
Fiquei na cidade de Vassouras para passar a noite e ir embora no outro dia.
Adorei.
Deve ser a décima vez que fico em Vassouras. Nesse dia o hotel habitual estava lotado. Fomos para outro que adoreiiiii. E saímos para dar uma volta.
Era uma quinta - feira, enfadonha. Sentamos num barzinho com musica ao vivo. Um show de blues, MPB, uma voz bárbara. Não acreditei. As pessoas indo e vindo, estampando um bem estar que há muito eu não via, ou não notava.
A ruazinha movimentadíssima. Num vai e vem dos futuros médicos. Ali tem uma faculdade de medicina. Olhava no rostinho daqueles meninos e comentava, nossa, você imagina esses moços...pobres moços ( rs) pegando carona numa música que encaixava plenamente naquele momento.
A noite estava um pouco fria, mas nada que atrapalhasse a tranquilidade daquele momento. Pelo contrário. Até o frio ficou apropriado.
Foi uma das noites mais legais que passei.
Já tinha feito essa viagem umas 10 vezes, prestei talvez mais atenção a minha volta. E as vezes a gente se surpreende.
E o que é melhor, nesse caso, a supresa foi gratificante.

Um beijo para vocês.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010


qual foi a sua gentileza hoje?

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

um caminho curtinho
e eu volto
rapidinho

terça-feira, 27 de julho de 2010

eu queria poder ficar até o raiar do dia
mas obrigações, compromissos e até o medo da morte me impedem de
tentar,
tenho andado contra o tempo
e na preguiça de correr, fico andando mesmo e parece que ele
tem me ultrapassado sempre
mas
nunca me esqueço
das frases
da leitura
dos amigos de outros "mundos",
então eu volto
e por aqui mato saudades
e assim a vida prossegue
sem sustos




( saudadão de todo mundo)

terça-feira, 4 de maio de 2010

Era um dia qualquer, seco e quente. Estranhava a quentura da pele, mas o vento seco contribuía para a sensação de ressecamento. Fazia tanto tempo que não sentia o tempo assim.
Parou o carro, olhou para a planta na área, precisava de água, batendo em tudo, porque era uma característica nata e por mais que tentasse “a delicadeza feminina” nunca conseguia. Achava mais fácil entrar em alfa, do que ter bons modos femininos. Olhou para o cachorrinho que sempre sorria pra ela. (sim... sim... sim... a música era real).
A sala, parecia esperando-a, e fazia-se cheia de esperanças, era clara e arejada, tinha um sofá verde musgo. Não sei por que, mas algo ali sempre lembrava uma planta, mas ela nem se interessava tanto assim em plantas, tanto é que esquecia sempre de molhá-las.
Não fosse ele.
As plantas secariam.
Não fosse ele. Ela própria secaria.
O tapete contornava o sofá, com detalhe em marrom e creme. No canto tinha uma mesa com um vaso e tulipas (fruto de uma visita a Holanda, bons tempos) Era uma sala normal. Mas, os banquetes eram... floridos. Havia sim, muito dele ali. Muito mais dele, que dela.
Embora nunca, se interessasse por decoração, os quadros normalmente estavam sempre arrumadinhos.
Mas ele arrumava para ela.
Sempre ele.
Ele tinha uma capacidade incrível de colocá-la em pé, assim como quadros.
Sempre ele.
A t.v, ali não existia T.V.
Embora fosse uma paixão dos dois.
Dos três.
E talvez até do cão que se achava gente. Gostava de TV..
Sentou-se, sentindo-se cansada.
Mas a sala sempre a animava, nunca, estranhamente, nunca parava por ali.
Naquele dia descansou.
O silêncio se tornou incomodo.
A porta se abriu. Por ela, entrou... A esperança, o medo, a paciência, o complemento. A agilidade e principalmente o amor. Amor de homem.
Junto com tudo isso, veio aquela alegria cheia de fome e cara suja. Um sorriso impossível de esquecer.
Fiquei feliz.
Observando daqui de fora cheguei as minhas conclusões, que não necessariamente precisa ser a de todo mundo.
Ninguém precisa de muito. Mas tudo isso é básico.
Uma cesta básica humana e animal.
Qualquer um merece e precisa. Acreditem.

terça-feira, 27 de abril de 2010


(IMAGEM_WEB)